Anankê – Promovendo Saúde Mental em Brasília desde 1991

Endereço:

SCRLN 712/713 Bloco C, Lojas 4 e 5 Brasília-DF CEP: 70.760-630

Curso para Formação em Saúde Mental

 

I – EMENTA

O “Curso para Formação em Saúde Mental” propicia amplo espaço de diálogo, questionamento e interação entre teoria e prática clínica.  Objetiva  formar profissionais com conhecimentos indispensáveis de psicopatologia clínica, psicodiagnóstico, psicoterapia institucional,  atendimento de pacientes em crise e processos de inclusão social. Preparará os estudantes para dialogar com diferentes abordagens teóricas e epistemológicas.

Estes profissionais serão também capacitados para atuar na área de saúde mental numa perspectiva institucional multi disciplinária e de atendimento em rede.  Incentivar a produção de conhecimento em que a vivência prática é enriquecida e orientada pela teoria é também objetivo desse curso, que tem como premissa a relação dialógica entre teoria e prática clínica.

 

II– OBJETIVOS

GERAL:

Formar psicólogos especialistas em psicologia clínica para atuação no campo da saúde mental, especialmente em modelos de atendimento aberto que visam o acolhimento, o tratamento e a inclusão social de pessoas portadoras de graves distúrbios psíquicos.

 

ESPECÍFICOS:

  • Propiciar o contato direto com a clínica das psicoses e das neuroses graves.
  • Capacitar psicólogos para realização de entrevista clínica, psicodiagnóstico, elaboração de plano terapêutico de relatórios e laudos psicológico.
  • Promover a observação e a reflexão acerca das experiências vividas e transferências estabelecidas com os pacientes do centro de convivência.
  • Propiciar a observação e a participação no funcionamento de uma equipe terapêutica no que diz respeito ao manejo e à direção dos tratamentos.
  • Promover a observação e a participação no funcionamento de uma instituição aberta, que tem como recurso terapêutico o próprio cotidiano da vida institucional.
  • Promover o aprendizado de um conjunto de conhecimentos teóricos, fundamentais para o entendimento e o tratamento de adoecimentos psíquicos graves.
  • Promover ampla e aberta interação entre teoria e prática clínica.

 

III – PÚBLICO ALVO

  • Psicólogos, Profissionais de áreas afins – Estudantes de psicologia e áreas afins.

 

IV  – PROGRAMA DE ATIVIDADES

As atividades do curso serão oferecidas nas dependências do Centro de Atenção à Saúde Mental – Anankê e terão a duração de um ano e meio, sendo divididas em três módulos semestrais.

Coerente com a proposta de integrar teoria, clínica e elaboração pessoal,  o programa é baseado no trinômio: prática clínica, supervisão e teoria.

 

1PRÁTICA CLÍNICA

A prática clínica será desenvolvida através de estágio no centro de convivência em que o aluno integra-se às equipes terapêuticas e participa das atividades desenvolvidas no cotidiano do centro. Esta participação será orientada pelos terapeutas e elaborada nas sessões de supervisão.

O estágio será dividido em três módulos:

O primeiro módulo envolve o contato direto com os pacientes e a equipe em atividades estruturadas ou não. A observação cuidadosa e a escuta devem ser as principais condutas.

No segundo módulo o aluno participará também do processo de acolhimento e avaliação de pacientes juntamente com os terapeutas responsáveis pelo mesmo.

O terceiro módulo agrega às atividades já desenvolvidas o acompanhamento e a observação de um dos grupos de psicoterapia do centro de convivência. Exigirá 15 hs semanais.

A prática clínica ocorrerá em 2 ou 3 dos 10 períodos semanais. O período da manhã vai de 8:30 às 13h30min e o da tarde de 13:00 às 18h.

Desde o início do estágio os alunos participarão das sessões clínicas semanais, que contam com toda a equipe terapêutica, inclusive com a equipe médica. Nestas são apresentados os pacientes em processo de acolhimento, discutidas as questões diagnósticas e a direção dos tratamentos, entre tantas outras questões relacionadas ao cotidiano do centro de convivência. Estas sessões acontecem às quartas feiras das 18h30min às 20h30min.

 

2 – SUPERVISÃO

A supervisão é o espaço privilegiado de elaboração pessoal das experiências vividas no contato com os pacientes, com a equipe terapêutica e com a vida institucional. É neste espaço que cada aluno poderá refletir sobre a função terapêutica neste modelo de atendimento, seus desdobramentos no convívio com os pacientes e construir seu próprio estilo de exercer esta função.

É antes de tudo o espaço no qual, apoiando-se em seu próprio grupo, o aluno poderá elaborar as transferências, projeções e afetos que viverá no contato com os pacientes.

Três tipos de supervisão serão oferecidos: a supervisão específica do estágio, as supervisões de casos clínicos e as supervisões das atividades do centro de convivência.  As supervisões específicas dos alunos serão semanais e ocorrerão às  quartas  feiras às 17h15min, enquanto as demais ocorrerão também nas segundas feiras às 18h30min e às 19h30min conforme agenda pré-estabelecida mensalmente.

As supervisões de caso clínico, dirigidas por um supervisor designado pela Instituição, objetivam o aprofundamento de casos clínicos selecionados pela equipe terapêutica, seja no que diz respeito a questões diagnósticas, transferenciais e institucionais, ou ao manejo, condução e direção dos tratamentos.

 

3- PROGRAMA TEÓRICO

Visa oferecer aos alunos as ferramentas teóricas imprescindíveis para o entendimento do adoecimento psíquico e dos modos de tratá-los. Os conhecimentos teóricos focados principalmente na psicopatologia clínica, no psicodiagnóstico e nas questões relativas ao trabalho institucional, serão sempre associados à prática desenvolvida pelos alunos no centro de convivência.

O programa teórico será também dividido em três módulos com a duração de 4 meses cada e uma hora e meia de aula por semana. Estas aulas serão ministradas nas terças feiras às 13horas e em alguns sábados às 09horas no edifício sede do Anankê. O aluno deverá dispor de no mínimo 2 horas semanais para estudo.

Os métodos e técnicas de ensino consistirão em aulas expositivas, seminários, discussões e apresentações de textos e casos clínicos.

Cada módulo terá a duração de 4 meses, enquanto a prática clínica e a supervisão se estenderão por 5 meses, havendo um mês de férias entre um semestre e outro.

 

VII – AVALIAÇÃO

A cada final de semestre, os alunos deverão apresentar relatório analítico sobre a prática clínica desenvolvida, bem como, trabalhos teóricos sobre um dos temas abordados nas disciplinas daquele período. Esses trabalhos serão avaliados pelos ministrantes do curso e pelo supervisor. O valor total de cada trabalho será de 100 pontos. A nota mínima para aprovação será de 70 % do valor máximo.

Salientamos que a participação em todas as atividades programadas é indispensável e que os alunos que tiverem um número de faltas superior a 25%, em qualquer uma das atividades, não serão aprovados.

 

CURSO PARA FORMAÇÃO EM SAÚDE MENTAL

PROGRAMA  TEÓRICO

MODULO I

 

DISCIPLINA 1 –  MODALIDADES DE INTERVENÇÃO EM SAÚDE MENTAL: A PSICOTERAPIA INSTITUCIONAL E O MODELO DE ATENDIMENTO DESENVOLVIDO NO ANANKÊ

 

EMENTA

      A pauta desta disciplina abrange o conhecimento sobre a história, a ideologia, os modelos e as práticas institucionais em saúde mental, apontando para as questões de sua interface com a psicanálise. Aborda a Psicoterapia Institucional como modelo referencial do Anankê, apresentando as peculiaridades da concepção de atendimento  desenvolvido nesta Instituição.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • História da loucura. Diferentes concepções e diferentes formas de tratamento ao longo do tempo.
  • Principais aspectos da constituição histórica dos saberes e práticas no campo da saúde mental.
  • O movimento da anti-psiquiatria no mundo. Os principais modelos de reforma psiquiátrica.
  • Reforma psiquiátrica no Brasil. Legislação pertinente e desdobramentos na realidade atual.
  • Psicoterapia Institucional – Histórico e concepções sobre o tratamento institucional.
  • O Coletivo e suas principais funções.
  • O campo transferencial na instituição.
  • O tecido institucional e os pontos de encontro e ancoragem para o estabelecimento de laços transferenciais múltiplos
  • O modelo Anankê: Breve Histórico e Configuração atual
  • Organização do cotidiano Institucional a partir dos eixos: Tempo e Espaço
  • Oficinas terapêuticas, lugares de encontro, de estabelecimento de vínculos, de articulação com a vida fora da instituição
  • Acompanhamento de famílias. Principais questões teóricas e práticas.
  • O Acolhimento de pacientes e famílias numa instituição aberta.
  • O acolhimento de pacientes e suas famílias em situação de crise.
  • O modelo adotado pela UIC – Paradoxos enfrentados cotidianamente.
  • Dificuldades e Impasses enfrentados pelas equipes.

 

BIBLIOGRAFIA

  • AMARANTE, P. e BEZERRA (1992). Psiquiatria sem Hospício.
  • CARVALHO A. E SELAIBE M. (ORGS) (2014). Psicanálise Entrevista Vol. I – Entrevista Jean Oury: São Paulo Estação Liberdade.
  • DIATKINE,QUARTIER,FRINGS,ANDREOLI (1993). Psicose e Mudança. São Paulo:Casa do Psicólogo.
  • DIAS, MEIRE MARIZE – Programa de Atendimento do Anankê. Bsb: Internet ananke.med.br.
  • DIAS, MEIRE MARIZE – Considerações Sobre Intervenção em Crise em Saúde Mental. Bsb Internet: ananke.med.br
  • DIAS, MEIRE MARIZE – Indagações Acerca das novas Formas de Intervenção em Sáude Mental.Bsb  Internet: ananke.med.br
  • DIAS, MEIRE MARIZE – De Volta às Origens – O Anankê e Sua Filiação –      Publicação  Interna
  • – DORNER, K. (1974). Ciudadanos y Locos. Historia Social de la. Taurus: Madrid.

–  FIGUEIREDO, A.C. (2002). Vastas Confusões e Atendimentos Imperfeitos. A Clínica

 Psicanalítica no Ambulatório Público. 3ª edição. Rio de Janeiro: Relume-Dumará.

  • GUIRADO,MARLENE (2007). Psicologia Institucional.Segunda edição.São Paulo: EPU
  • Oury, J. (1996). Psicanálise, Psiquiatria e Psicoterapia Institucionais. In Dicionário Enciclopédico de Psicanálise: O Legado de Freud e Lacan. Editado por Pierre Kaufmann. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

– SILVA, LAURA BELLUZZO DE CAMPOS(2001). Doença Mental, Psicose e Loucura. Primeira Edição. São Paulo: Casa do Psicólogo

 

 

DISCIPLINA 2 – CONSTRUÇÃO DIAGNÓSTICA E ESTRUTURAS CLÍNICAS

 

EMENTA

       Uma discussão aprofundada sobre a  elaboração diagnóstica em saúde mental do ponto de vista da fenomenologia, da psiquiatria dinâmica e da psicanálise, é o foco central desta disciplina que introduzirá ainda as noções de estrutura clínica, sintoma, traço estrutural e diagnóstico diferencial.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • A tarefa diagnóstica no campo da saúde mental: articulação de diferentes saberes.
  • Estruturas Clinicas e semiologia psiquiátrica: sintoma e traço estrutural. Material diagnóstico: os campos do olhar diagnóstico e da escuta.
  • Semiologia psiquiátrica – diagnóstico diferencial.
  • Fenomenologia e psicanálise.
  • O diagnóstico psiquiátrico : Manual diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mental.
  • Diagnóstico em Psicanálise : Introdução à contribuição teórica de Jaques Lacan.
  • A função paterna e as estruturas clínicas.
  • Psicose, Neurose e Perversão: Mecanismos de defesa.
  • Pontos de ancoramento das estruturas clínicas.

 

BIBLIOGRAFIA

  • DALGALARRONDO, P. (2000). Psicanálise e Semiologia dos Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artes Médicas.

–  DOR, J. (1993). Estruturas e Clínica Psicanalítica. Rio de Janeiro: Taurus Editora.

  • EY, H., BERNARD, P. e BRISSET, C. Manual de Psiquiatria. (5ª Edição) São Paulo: Editora Masson do Brasil.
  • DORNER, K. (1974). Ciudadanos y Locos. Historia Social de la Psiquiatría. Taurus: Madri

–  FEDIDA, P. (1988). A Clínica Psicanalítica – Estudos. São Paulo: Editora Escuta.

  • D. (1989) Lições sobre os 7 Conceitos Cruciais da Psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
  • ZIMERMAN, D. (1999). Fundamentos Psicanalíticos: Teoria e Clínica – Uma Abordagem Didática. Porto Alegre: Artes Médicas.
  • ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (1997) Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento do CID 10: referência rápida. Porto Alegre: Artes Médicas.
  • PSYCHIATRIC ASSOCIATION (2003). DSM-IV-TR: Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artes Médicas.

 

CURSO PARA FORMAÇÃO EM SAÚDE MENTAL

PROGRAMA  TEÓRICO

MODULO II

 

DISCIPLINA 1  –  AS PSICOSES

 

EMENTA

       A revisão histórica dos conceitos de loucura e psicose, bem como, sua descrição e conceituação do ponto de vista da psiquiatria dinâmica e da psicanálise, são os eixos centrais desta disciplina que pretende aprofundar as noções de narcisismo, foraclusão e delírio, imprescindíveis ao entendimento das psicoses. A partir destes conceitos apresenta ainda noções básicas sobre os dois principais tipos de psicose: Esquizofrenia e Paranóia.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • Descrição e conceituação da psicose na psiquiatria dinâmica.
  • Concepção psicanalítica sobre as psicoses.
  • Concepção Freudiana da psicose como doença de defesa.
  • O Caso Schereber
  • O delírio como possibilidade de reconstrução do sujeito
  • A Foraclusão como mecanismo de defesa típico das psicoses
  • Diferenciação das psicoses: Esquizofrenia e Paranóia
  • A estrutura psicótica aquém da crise.
  • Desencadeamento e evolução da crise psicótica.
  • A contribuição do estudo das psicoses para a compreensão do funcionamento psíquico.
  • Possibilidades de tratamento das psicoses: estratégias e dispositivos clínicos adequados.

 

 BIBLIOGRAFIA

  • ALBERT, S. FIGUEIREDO, A.C. (2008) Psicanálise e Saúde Mental – Uma Aposta. Rio de Janeiro: Companhia de Freud: Rio de Janeiro.
  • APA (2003). DSM-IV-TR: Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais. Artes Médicas: Porto Alegre.
  • CALLIGARIS, C. (1989). Introdução a uma clínica diferencial das psicoses. Artes Médicas: Porto Alegre
  • DOR, J. (1993). Estruturas e Clínica Psicanalítica. Rio de Janeiro: Taurus Editora.
  • FREUD, S. (1911). Notas psicanalíticas sobre um relato autobiográfico de um caso de paranóia.  Edição Standard brasileira das Obras psicológicas completas de S. Freud Rio de Janeiro: Imago.
  • LACAN, (1985) O seminário: livro 3: As psicoses 1955-1956. J. Zahar: Rio de Janeiro.
  • LACAN, J. (1959/1998). De uma questão preliminar a todo tratamento possível da psicose. Em Escritos (pp.537-590). J. Zahar: Rio de Janeiro
  • NASIO, J.D. (1989) Lições sobre os 7 Conceitos Cruciais da Psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
  • QUINET, A. (2001). Psicanálise e Psiquiatria: controvérsias e convergências. Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos.
  • QUINET, A. (2006). Psicose e laço social. Jorge Zahar: Rio de Janeiro.

 

DISCIPLINA 2 –  TRANSTORNO DE PERSONALIDADE BORDERLINE

 

EMENTA

        Um dos maiores desafios da clínica contemporânea, denominado pela psiquiatria de Transtorno de Personalidade Borderline, é o tema  desta disciplina que aborda  este construto teórico polêmico  em sua complexidade e nas dificuldades enfrentadas na direção dos tratamentos.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • O transtorno de personalidade borderline – conceituação e principais características.
  • O borderline e as sabotagens do prazer
  • Casos limite – Estados limite
  • Psicanálise e clínica limite
  • Os ataques às reservas psíquicas dos terapeutas

 

BIBLIOGRAFIA

APA (2003). DSM-IV-TR: Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais. Artes Médicas: Porto Alegre.

FIGUEIREDO, Luís Cláudio (2003) Psicanálise. Elementos para a Clínica Contemporânea. Escuta, São Paulo.

RASSIAL, JEAN JACQUES : O Sujeito em Estado Limite. Companhia de Freud, Rio de Janeiro.

 

CURSO PARA FORMAÇÃO EM SAÚDE MENTAL

PROGRAMA TEÓRICO

MÓDULO III

 

DISCIPLINA 1 – NEUROSES: HISTERIA E NEUROSE OBSESSIVA

 

EMENTA

        A revisão histórica dos conceitos de histeria e neurose obsessiva na perspectiva da psiquiatria dinâmica, da fenomenologia e da psicanálise, assim como, o estudo aprofundado sobre suas complexas formas de manifestação, sua etiologia e fundamentação estrutural, constituem os eixos principais desta disciplina.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • Estruturas clínicas e semiologia psiquiátrica: sintoma e traço estrutural. Material do diagnóstico: os campos do olhar diagnóstico e da escuta.
  • A histeria na visão da psiquiatria dinâmica. Sintomas histéricos: paroxismos, crises, manifestações agudas.
  • A histeria, a descoberta do inconsciente e o surgimento da psicanálise. Freud e o caso Dora.
  • Estrutura histérica e lógica fálica. Os traços da estrutura histérica. A mulher histérica e sua relação com o sexo.
  • O homem histérico e sua relação com o sexo.
  • A neurose obsessiva na visão da psiquiatria dinâmica. O pensamento compulsivo e a idéia obsessiva. Os rituais obsessivos. O caráter sádico-anal do obsessivo. Formações reativas.
  • Estrutura obsessiva. Principais traços estruturais. O isolamento e a anulação retroativa. O trio: culpa mortificação, contrição.
  • O obsessivo, a perda e a lei do pai. O obsessivo e seus objetos de amor.

 

BIBLIOGRAFIA

–  ANDRÉ, S. O. (1986).O Que Quer uma Mulher. Rio de Janeiro: Zahar

–  DOR, J. (1993). Estruturas e Clínica Psicanalítica. Rio de Janeiro: Taurus Editora.

–  FEDIDA, P. (1988). A Clínica Psicanalítica – Estudos. São Paulo: Editora Escuta.

  • FREUD, S. (1987). O Caso Dora – Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago.
  • FREUD, S. (1987). Atos obsessivos e erotismo anal (1908). Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago.
  • FREUD, S (1987) Notas sobre um caso de neurose obsessiva (1909).Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago.

–   ISRAEL, L. (1994). Mancar Não  é Pecado . São Paulo: Escuta.

  • ISRAEL, L. (1995). A Histérica, o Sexo e o Médico. São Paulo: Escuta.
  • JERUZALINSK, A. (2003) Manual de Instruções  para Refazer  o Pai  a Cada Instante. In Associação Psicanalítica de Porto Alegre (org.), A necessidade da neurose obsessiva. Porto Alegre: APPOA.
  • KEHL, M. R. (2003). A Necessidade da Neurose Obsessiva. In Associação Psicanalítica de Porto Alegre (org.), APPOA.
  • NASIO, J.D. (1989) Lições sobre os 7 Conceitos Cruciais da Psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
  • NASIO, D. (1990).  A Histeria. Teoria e Clínica Psicanalítica. Rio de Janeiro: Zahar, 1990.

 

DISCIPLINA 2 DEPRESSÃO

 

EMENTA

    Esta disciplina objetiva promover o debate em torno do que na atualidade é genericamente chamado de depressão, buscando precisar este conceito em relação às diferentes estruturas clínicas. Assim, discute as  manifestações da depressão relacionadas ao corte estrutural: neurose, psicose, perversão, considerando ainda os chamados estados limítrofes.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • Depressão: Um sintoma social?
  • Depressão e Melancolia
  • A temporalidade na depressão
  • O recuo depressivo

 

BIBLIOGRAFIA

  • FREUD, S – Luto e Melancolia – In Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Freud , vol XIV. Rio de Janeiro, Imago Editora Ltda, 1974.
  • KEHL, M. R. O Tempo e o Cão: A atualidade das depressões. São Paulo, Boitempo, 2009

 

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